O diário das aventuras culinárias, peripécias, divagações e pensamentos de uma blogger Portuguesa a viver em Londres.
Saturday, 13 October 2012
Saturday, 6 October 2012
Knitting in progress...
Boa tarde, BBs!
Hoje acordei cedinho e tratei de tudo para poder dar início ao meu mais novo knitting project, chamado "Attempt to Knit a Scarf". Passo a explicar, ontem passei uns bons 40 minutos ao telefone com a mamã, a pedir conselhos sobre tricot. Conselho da mamã: "Oh filha, não te ponhas já a tricotar uma manta, começa com um cachecol antes para experimentares alguns pontos (calculo que por enquanto me vou ficar por "experimentar um ponto", mas tudo bem, as mamãs exageram sempre o nosso potencial) e aprimorares a técnica. E essa lã que compraste é muito boa e felpudinha, mas para começar não é fácil de trabalhar. Além de que usar uma malha tão cara para experiências não é grande ideia."
Pois bem, que eu sou uma cria que escuta sempre a mamã. Hoje de manhã, lá me levantei para comprar três novelos de lã barata. Fui aqui à High Street a uma das muitas lojas que vendem produtos de tricot e escolhi a lã mais barata que havia, nada felpuda por sinal (e desconfio que aquilo nem lã de verdade deve ser), mas pelo menos escolhi cores giras, vá. Lã de fraca qualidade, mas gira, óbvio! E já comecei a trabalhar. Claro que ainda está uma grande caca, mas estou a dedicar-me a isto com muito afinco e, além disso, estou a divertir-me.
Este está a ser o resultado por enquanto. Que acham? (Vá, não sejam mauzinhos, que eu sou beginner nestas andanças.;P)
Hoje acordei cedinho e tratei de tudo para poder dar início ao meu mais novo knitting project, chamado "Attempt to Knit a Scarf". Passo a explicar, ontem passei uns bons 40 minutos ao telefone com a mamã, a pedir conselhos sobre tricot. Conselho da mamã: "Oh filha, não te ponhas já a tricotar uma manta, começa com um cachecol antes para experimentares alguns pontos (calculo que por enquanto me vou ficar por "experimentar um ponto", mas tudo bem, as mamãs exageram sempre o nosso potencial) e aprimorares a técnica. E essa lã que compraste é muito boa e felpudinha, mas para começar não é fácil de trabalhar. Além de que usar uma malha tão cara para experiências não é grande ideia."
Pois bem, que eu sou uma cria que escuta sempre a mamã. Hoje de manhã, lá me levantei para comprar três novelos de lã barata. Fui aqui à High Street a uma das muitas lojas que vendem produtos de tricot e escolhi a lã mais barata que havia, nada felpuda por sinal (e desconfio que aquilo nem lã de verdade deve ser), mas pelo menos escolhi cores giras, vá. Lã de fraca qualidade, mas gira, óbvio! E já comecei a trabalhar. Claro que ainda está uma grande caca, mas estou a dedicar-me a isto com muito afinco e, além disso, estou a divertir-me.
Este está a ser o resultado por enquanto. Que acham? (Vá, não sejam mauzinhos, que eu sou beginner nestas andanças.;P)
(estas são as supostas cores do cachecol)
Beijinhos e aproveitem bem o fim-de-semana!
A Menina dos Óculos
The Bubbly Girl in Glasses
Friday, 5 October 2012
Prontinha para começar...
Vejam lá o que já chegou cá a casa.
Estava super ansiosa por começar, mas parece que 'today is the day'!
Wish me luck! :)
Vocês já viram esta agulha colorida?! :) Nem sabia que havia destas - vivi na ignorância durante anos!
Esperemos que me dê uma motivação extra para tricotar belas mantinhas.
Wednesday, 3 October 2012
Bedroom details...
Estes são apenas alguns pormenores iniciais. Estamos à espera de ter quase tudo direitinho até ao fim da semana. Veremos!
These are the first photos of our bedroom new decor. It's all quite simple though. Hope you like it!
Beijinhos,
A Menina dos Óculos
The Bubbly Girl in Glasses
Tuesday, 2 October 2012
1st cooking. then knitting. am I getting too old?
Acordaram todos bem dispostos, espero?! Eu acordei com excelente disposição, hoje.
Tenho andado em arrumações cá em casa e a redecorar o nosso quarto, por isso muitas decisões têm sido feitas nos últimos tempos, em termos de padrões e cores. Conclusão, o nosso quarto vai ter alguma cor, mas a aposta forte vão ser os padrões, que vou tentar misturar, com algum cuidado, mas sem excesso de 'cagufo'.
E a verdade é que nos últimos tempos tenho andado à procura de uma mantinha de lã simpática e felpuda para deixar nos pés da cama. Ontem lembrei-me que, melhor que comprá-la, será fazê-la eu própria. Pois bem, já encomendei a lã, as agulhas e, claro, o o 'knitting bag'.
O único problema que se avizinha é que já não me dá para tricotar desde os 12 anos, o que significa que temos aventura pela frente, pois não me lembro de nada. Quero acreditar que tricotar seja tal e qual como andar de bicicleta: depois de aprender, nunca se esquece.
Por via das dúvidas, já comecei a assistir a uns vídeos no YouTube, na tentativa de reanimar a memória. Até agora, a minha memória continua a não dar sinal de si, o que faz prever um desafio dos grandes. Além disso, todas as pessoas que percebem do assunto na net falam dos 'knitting patterns', que devem ser super úteis e fantásticos, mas quando fui ver alguns exemplos disso, deparei-me com uma linguagem estranha constituída por muitos 'K1's, 'P2's e mais não sei o quê, o que, para mim, que sou leiga no assunto, mais me soa a linguagem código do MI6.
Torçam por mim! Assim que a lã chegar a casa, dou notícias do progresso - isto é, se é que vai haver progresso.
Deixo-vos com a foto do meu novíssimo e fofíssimo 'knitting bag'. Só por isso, já estou mais motivada!:)
Beijinhos,
A Menina dos Óculos
The Bubbly Girl in Glasses
Monday, 1 October 2012
Cooking & Reading Time!
Penso que nunca tinha tocado no assunto antes no blogue, mas eu adoro cozinhar! Sinceramente, penso que também nunca o tinha admitido verdadeiramente a ninguém, nem sequer a mim mesma. Acho que não sou a melhor cozinheira do mundo, e nem sempre a minha comida fica perfeita, mas é, de facto, algo que me dá prazer. Não nasceu comigo; foi uma daquelas paixões que se foi alimentando de momentos simples, de instantes de prazer que contribuíram para consolidar esta relação. Comecei a encarar o momento de preparação da comida como um escape para o stress e um caminho para a descoberta, seja de novas receitas, novas experiências, novos ingredientes e novos sabores.
Não deixa de ser curioso que não sou grande garfo. Quando era pequena, era a filha que todos os pais detestariam ter, no que diz respeito à hora da refeição. Não fazia birra, nem berreiro, mas meia hora antes do almoço ou jantar, começava a chorar sozinha no meu quarto, porque não tinha fome (nunca tinha fome, melhor dizendo) e já sabia que a minha mãe ia fazer cara feia se não comesse tudo. A gata Mimi debaixo da mesa ainda me salvou durante algum tempo, até que a minha mãe passou a desconfiar que o a azulejo debaixo da mesa de jantar estava gorduroso e aquilo não era coisa natural.
Ainda hoje, para grande tristeza dos meus pais, sou um periquito a comer. De certa forma, talvez tenha sido esse um dos motivos que me encorajou a dar os meus primeiros passos na cozinha. Uma vez que continuo muito esquisitinha - sou a pessoa com quem não querem ir ao restaurante, pois fico tempo sem fim a olhar para a ementa e nunca me apetece nada específico, pelo que acabo sempre por pedir a mesma comida -, acho que comecei a cozinhar para poder ter prazer quando como, o que nem sempre acontece quando são outras pessoas a cozinhar para mim, por mais bem intencionadas que sejam (e, como disse, não cozinho particularmente bem, gosto de pensar que me desenrasco).
Por agora, vou dedicar-me à leitura e prometo fotos dos próximos cozinhados à la Jamie Oliver e, porque não?! À la Bubbly Girl in Glasses?:)
Beijinhos,
A Menina dos Óculos
The Bubbly Girl in Glasses
Thursday, 20 September 2012
ciumeira danada!
No regresso
Embora haja pessoas pouco ou nada ciumentas (diria que a percentagem não será elevada), sou menina para afirmar que o número de pessoas que têm vontade de arrancar cabelos (os seus e, principalmente, os do 'pouco provável, mas possível/potencial/claro' alvo da atenção do/a companheiro/a) à mínima desconfiança que o seu parceiro amoroso lançou um olhar insinuante à X pessoa que passou à sua frente ou que está do outro lado da sala a beber uma Cuba Libre e metida nos seus assuntos é muito superior (isto para não falar de casos mais escandalosos e evidentes, ou, como diz o outro, Óooobiiiios).
E se, como se costuma dizer, o ciúme é prova de amor, também é verdade que tudo o que vem em exagero enjoa e faz mal à saúde. Por mais que isso não abone a nosso favor, a verdade é que, e vou aqui concentrar-me no ciúme feminino, as mulheres são extremamente competitivas entre si, o que lhes traz inseguranças extra e, muitas vezes, desnecessárias
Em pleno século XXI, a mulher quer-se confiante, segura, inteligente, uma mulher que ande ao seu próprio passo, que controle a sua vida (dentro do que é humanamente possível), o que nem sempre é necessariamente verdade. Dizem vocês agora: "Pois, pois, falar é muito bonito, mas e fazer?" Sim, é facto que a insegurança acaba muitas vezes por surgir à superfície e por nos levar a fazer coisas patetas e que podem colocar a relação que estamos a tentar preservar numa situação de risco, mas lá está, se não há nenhum tipo de confiança, também não faz sentido estar com a pessoa, certo? E uma coisa é o homem estar a mentir-nos à descarada, sabendo nós, de forma segura, da verdade factual; outra muito diferente é uma miúda ter passado à sua frente e ele, coitado, ter olhado para ela (era ela ou o poste, é compreensível que opte pela primeira opção, digo eu, vá).
Claro que nem sempre é tudo tão preto no branco, e por vezes estamos desconfiadas, mas não sabemos se ele está a esconder alguma coisa (pode não estar), mas sabemos que se estiver, é sereia da graúda. Nestes casos, aconselho inteligência e clareza. Controle, BB, controle é a solução para isso. Acima de tudo, é importante conhecer o nosso companheiro, perceber bem se ele se tem comportado de forma diferente no geral, se ele sempre foi de olhar para a perna da vizinha, ou pior, se tem tendência para tocar desnecessariamente na perna dela; ou se, pelo contrário, o homem é um santo que nos venera, embora de vez em quando lá deixe escapar ou fale abertamente connosco que X ou Y é muito bonita, o que não tem nada de mal.
Depois da fase de análise do tipo de homem que está ao nosso lado, nada de berreiros, nada de discussões de fazer vibrar as paredes do vizinho. A melhor forma é questionar de forma ingénua e indirecta (isto é, questões como "Estiveste com a Francisca de Tal ontem à noite no final do trabalho?" estão proibidas), para que ele não fique apavorado à primeira, caso estejamos erradas. Se a resposta for convincente - e aqui é preciso conhecer bem o homem que está à nossa frente e perceber até que ponto o gene de playboy lhe está entranhado no sangue - óptimo, assunto resolvido, PRÓOOOXIMO!
Se a resposta não bater certo de alguma forma, ou nos deixar com a pulga atrás da orelha, aconselho reavaliar a relação e o que queremos de facto, bem como se ele é o tipo de homem que queremos do nosso lado. Depois disso, um conversa final e franca é suficiente para tomar uma decisão sensata.
Como disse, apesar de nem sempre ser assim, o ideal é termos confiança em nós e nele. É essencial que sintamos que o nosso companheiro, tal como nós, se mostra, ao longo do tempo, digno dessa confiança, através de pequenos gestos diários de carinho e amor, que nos mostram que se preocupa connosco e nos ama, just the way we are, com as nossas inseguranças e tolices.
E para todas aquelas mulheres que querem espetar um estalo na fulana que se meteu descarada e desavergonhadamente com o vosso namorado/noivo/marido, comportem-se como as ladies que são - uma estalada de luva branca sabe sempre melhor e não nos deixa a mão vermelha. Trust me!
Beijinhos,
A Menina dos Óculos
The Bubbly Girl In Glasses
Labels:
crónicas,
homens,
Love Column,
mulheres,
relações,
relações e ralações
Subscribe to:
Posts (Atom)

















